A queda foi rápida. O impacto no ombro, seco. Agora, além da dor e da deformidade visível na clavícula, a dúvida ocupa sua mente: “Será que vou ter que operar? Não tem outro jeito sem cortar?”. Você já ouviu histórias diferentes, pesquisou online e a confusão só aumentou.
Essa incerteza é o ponto de partida para muitos pacientes.
Na Ortofis, entendemos que, antes de qualquer tratamento, você precisa de clareza. Nosso processo de avaliação não busca apenas nomear a lesão; ele foi desenhado para mapear o caminho exato para sua recuperação funcional, decidindo com base em critérios técnicos e, principalmente, nos seus objetivos pessoais.
A Avaliação Detalhada que Traz Clareza
Quando você chega à clínica, nosso foco é entender três coisas: como a lesão aconteceu, qual a sua real extensão e o que ela impacta na sua vida. Deixamos de lado os achismos para seguir um protocolo rigoroso.
A conversa define o ponto de partida. Perguntas como “Como foi a queda?”, “Qual movimento causa mais dor?” e “Qual é a sua principal atividade profissional ou esportiva?” nos dão o contexto funcional da lesão. O exame físico mostra a dimensão do problema. Com testes específicos, avaliamos a estabilidade da articulação acromioclavicular, a amplitude dos seus movimentos e a presença de sinais clássicos, como a “tecla de piano”.
As imagens confirmam o que a clínica sugere. Exames de raio-X são frequentemente solicitados para classificar a gravidade da luxação. Essa classificação nos permite entender o nível de lesão ligamentar e é um dos pilares para a decisão terapêutica. A tecnologia aqui serve a um propósito: fornecer dados objetivos para uma decisão segura.
Tratamento Conservador ou Indicação Cirúrgica para Luxação Acromioclavicular?

Com o diagnóstico em mãos, a pergunta central é respondida. A cirurgia não é a primeira opção. Para a maioria das luxações acromioclaviculares (graus I e II, e muitos casos de grau III), o manejo conservador apresenta resultados excelentes.
A decisão de não operar não significa “não fazer nada”. Pelo contrário, significa iniciar um plano de reabilitação estruturado e ativo. A indicação cirúrgica é reservada para casos específicos: lesões de alto grau (graus IV, V e VI), instabilidade articular que não responde ao tratamento conservador, ou em pacientes com alta demanda funcional, como atletas, que necessitam de estabilidade máxima.
Cada caso é único. A decisão é compartilhada, explicando os prós e contras de cada abordagem para que você participe ativamente do seu plano de tratamento.
O Plano de Manejo Conservador na Prática
Optar pelo caminho não cirúrgico na Ortofis significa entrar em um programa de reabilitação integrado. Como a consulta, os exames e a fisioterapia acontecem no mesmo lugar, a comunicação entre o ortopedista e o fisioterapeuta é direta e constante. Você não precisa repetir sua história.
O processo é dividido em fases claras:
- Controle da dor e inflamação: O uso de uma tipóia por um período determinado e medidas anti-inflamatórias são os primeiros passos para trazer conforto e permitir que o processo de cicatrização comece.
- Recuperação da mobilidade: Assim que a dor aguda cede, a fisioterapia entra em ação com exercícios passivos e ativos para restaurar o movimento do ombro sem sobrecarregar a articulação.
- Fortalecimento e estabilização: O foco se volta para os músculos ao redor do ombro e da escápula. Um ombro forte e estável protege a articulação lesionada e previne futuras dores.
- Retorno funcional: A última fase é específica para você. Simulamos os movimentos do seu esporte ou do seu trabalho, garantindo que o retorno às atividades seja feito com segurança e confiança. “Tenho medo de me machucar de novo” é uma queixa comum, e este preparo final é desenhado para eliminar essa insegurança.
Este é o manejo conservador AC Ortofis: um plano com começo, meio e fim, pensado para devolver sua autonomia.
Quando a Cirurgia se Torna o Caminho Necessário

Se a sua lesão se enquadra nos critérios para tratamento cirúrgico, a abordagem integrada da Ortofis se torna ainda mais evidente. O planejamento é feito em conjunto, alinhando suas expectativas com as possibilidades técnicas.
A indicação cirúrgica não é um ponto final, mas o início de um novo plano de recuperação. A reabilitação pós-operatória é tão ou mais importante que o procedimento em si.
O acompanhamento próximo com nossa equipe de fisioterapia, que já conhece seu histórico desde o primeiro dia, acelera o processo e otimiza os resultados.
Seu Próximo Passo Começa com um Diagnóstico Preciso
A incerteza sobre precisar ou não de uma cirurgia pode paralisar. O caminho para a recuperação do seu ombro começa com uma avaliação que traga respostas, não mais perguntas. Saber exatamente o que você tem e quais são as opções de tratamento é o que permite tomar a melhor decisão para sua saúde e seu estilo de vida.
O time da Ortofis ortopedia está preparado para conduzir essa jornada. Se você sofreu uma queda e está com dor no ombro, não fique na dúvida. Agende sua avaliação luxação acromioclavicular Santo André para entender se o manejo conservador é adequado ao seu caso e como podemos desenhar juntos o plano ideal para seu retorno funcional.
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